EDUCAPOBRE

22 11 2011

Decreto irônico criado por professor, no orkut, é sucesso entre profissionais

EDUCAPOBRE

Professor Marcos Luiz Freitas Rodrigues

No uso das atribuições que me foram conferidas pelo meu honesto trabalho de instruir e formar, intectualmente, crianças e jovens de grupos sociais carentes e

CONSIDERANDO o surgimento do Projeto “Ginásio Carioca” que visa a excelência do ensino público.

CONSIDERANDO a progressiva e consistente privatização do ensino público

CONSIDERANDO a desordem burocrática e institucional, e carência material que hora tomam conta da maioria de nossas escolas

CONSIDERANDO o descaso de nossas autoridades municipais com o principal promotor da escola de qualidade, o professor e suas necessidades

Estabeleço o EDUCAPOBRE.

O EDUCAPOBRE consiste na permanência do desamparo instrucional dos mais necessitados de grupos sociais menos favorecidos economicamente,

O EDUCAPOBRE enviará as nossas U.E.’s material pedagógico de baixa qualidade. Mal redigido, confuso, com informações dúbias, incompletas ou mesmo equivocadas. Sem referências adequadas de fontes ou revisão apropriada.

O EDUCAPOBRE usará verbas de forma irresponsável e desorganizada, fará obras caras e desnecessárias em algumas escolas enquanto manterá à mingua centenas e centenas de outras. Enviará material caro e além das necessidades para algumas enquanto outras não terão o suficiente para o funcionamento adequado

O EDUCAPOBRE relegará o Profissional de Educação a uma condição de “mentiroso e preguiçoso” a priori, e o punirá sempre que precisar se afastar utilizando leis federais. O salário será aviltado e o profissional deverá se desdobrar em horas extras e outras tarefas de forma a conseguir o seu, e de sua família, sustento digno.

O EDUCAPOBRE criará diversas artimanhas para ocultar o real desempenho pedagógico dos alunos e promovê-los às séries escolares seguintes ainda que não dominem o mínimo do conhecimento necessário. Deixará as crianças em depósitos sem qualquer estrutura operacional e chamará a isto de “escola integral”.

O EDUCAPOBRE esvaziará o ensino regular através da instituição de Projetos e mais Projetos que possuem apenas um objetivo proselitista e eleitoreiro.

O EDUCAPOBRE entregará à direção da educação municipal a políticos oportunistas e carreiristas. Ligados a grandes grupos econômicos da comunicação e mídia, se cercarão de acólitos e bajuladores para conduzirem nossa sofrida rede pública.

O EDUCAPOBRE terá como principal objetivo produzir manchetes de jornais que “incensem’ o poder e calem todas as vozes que se levantarem pelo caráter, pela decência e pela moralidade.

Em tempo,

O EDUCAPOBRE oferecerá uma educação pobre para os mais pobres.

O professor Marcos Luiz Freitas Rodrigues atua na rede municipal do Rio de Janeiro na E.M. Dalva de Oliveira.





O DEPOIMENTO DA PROFESSORA AMANDA GURGEL

20 05 2011




ESCOLHA DA CARREIRA DEVE SER BEM PENSADA E PESQUISADA

1 04 2008

Para acertar na escolha profissional é importante se conhecer bem e reunir informações sobre as diferentes carreiras

(Iris Russo, do G1, em São Paulo)

A estudante Larissa Berno, 19 anos, decidiu a profissão que quer seguir no dia da inscrição para o vestibular. “Comprei um desses guias e li a descrição de todas as carreiras. Vi com qual eu me identificava mais e escolhi uma”. Larissa, que é candidata ao curso de administração de empresas em cinco universidades, tinha um amplo leque de opções: nutrição, arquitetura e urbanismo, relações públicas, relações internacionais, administração de empresas e propaganda e marketing. “Percebi que administração também englobava aspectos das outras carreiras. Achei que era a mais completa de todas para as coisas que eu gostava”, diz. Segundo especialistas, a melhor forma de diminuir as chances de errar na escolha profissional é conhecer bem os próprios interesses e aptidões e reunir o máximo de informações sobre a carreira que se pretende exercer. “Nem sempre quem gosta de biologia vai ser um bom médico. Por isso é bom saber o que os profissionais fazem na teoria e na prática”, explica Dulce Penna Soares, coordenadora do Laboratório de Informação e Orientação Profissional da Universidade Federal de Santa Catarina. Foi o que fez Mariel Abijaude Góes, 21 anos, vestibulanda para os cursos de turismo e lazer e gestão ambiental. “Há três anos decidi que queria trabalhar na área ambiental e morar fora de São Paulo. Fiz várias pesquisas na internet sobre os cursos e conversei com pessoas que trabalham na área. Descobri que há uma demanda boa no mercado. Por isso vou prestar para gestão ambiental e também turismo e lazer, pois posso trabalhar com turismo ecológico”, explica. Pedro Desgualdo Pereira, de 25 anos, sofreu as conseqüências da falta de informação. “Comecei o curso de engenharia elétrica na Unesp sem pensar, com quase nenhum conhecimento da profissão”. Oito meses depois, cansado do excesso de matérias em exatas e da falta de assuntos de humanidades, ele desistiu do curso. “Entrei em parafuso”, conta. O estudante foi assistir às aulas do último ano de arquitetura e urbanismo na faculdade da namorada.“Conversei com os alunos e professores e comecei a me interessar principalmente pela parte de urbanismo”. Hoje Pedro está no quinto ano do curso de arquitetura e urbanismo da USP de São Carlos. Além de colher informações sobre as profissões, é preciso ter clareza das preferências e aptidões. “A escolha tem que ser feita de dentro para fora e não baseada no mercado de trabalho. Quando se escolhe o que se gosta, é mais fácil lutar para se destacar na carreira. O mercado daqui a cinco anos pode ser muito diferente do de hoje”, alerta Yvette Piha Lehman, coordenadora do Serviço de Orientação Profissional da Universidade de São Paulo.





Professores do RS ganham para se atualizar e planejar aulas

26 03 2008

(Do portal G1) 

Projeto é uma das 37 iniciativas de sucesso listadas pelo Unicef e pelo MEC.
No Maranhão, escola com bons resultados dá prêmio para professores e funcionários.
Nas escolas da cidade de Farroupilha, no Rio Grande do Sul, mora um exemplo de valorização do professor. Toda semana, os docentes reservam quatro horas para fazer cursos de atualização e para planejamento de aulas e ganham para isso. A iniciativa faz parte das 37 escolhidas como exemplos de projetos bem sucedidos em um estudo elaborado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Ministério da Educação (MEC) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e divulgado nesta terça-feira (25). “Esses momentos de preparação do grupo de professores das diferentes escolas se encontrando e trocando experiência desenvolve muito o trabalho na sala de aula”, afirma a professora Simone Miorelli.
No Rio de Janeiro, na favela Cidade de Deus, acontece o extremo oposto. Uma escola deveria ter 24 professores tem apenas oito, porque o professorado tem medo da violência. Um professor, que pediu para ter a identidade preservada, reconhece que quem mais perde são os alunos. “Esses jovens dessas comunidades ficaram sem perspectiva e continuam sem”. Para o especialista em educação Cláudio Moura Castro, o desestímulo do professor é uma das razões para o fracasso de muitas escolas. “O professor mais motivado, motiva o aluno. O professor morto, destroçado, destruído pelo ambiente de uma escola de periferia é muito difícil ele conseguir entusiasmar o aluno pela beleza das idéias. E esse é o grande drama da educação do Brasil”.

 No Maranhão

Outro bom exemplo vem do Maranhão, em Nova Brasília, um pequeno povoado da zona rural de Alto Alegre do Pindaré. A escola é simples, mas que tem tudo que é importante para o bom aprendizado. Na entrada fica o cantinho da leitura, uma mesa cheia de livros e revistas que as crianças podem consultar à vontade. Do outro lado, um grupo de alunos joga xadrez, que é um recurso importante para o desenvolvimento do raciocínio e, logo adiante, uma oficina de orientação e treinamento dos professores, onde eles expõem aos supervisores tudo que precisam para melhorar o rendimento dos alunos. “Você quer ver o seu trabalho dando frutos, retorno, é isso que um professor se sente feliz”, afirma uma professora. Também em Alto Alegre, uma outra iniciativa premia anualmente as boas escolas. O colégio vencedor não tem evasão e aprova 98% dos estudantes. O prêmio foi um abono de R$ 1 mil para os professores e de R$ 2 mil para o diretor. Os funcionários ganham um mês de salário dobrado. Para uma professora, o dinheiro é bem-vindo, mas o verdadeiro prêmio é outro. “Minha maior recompensa é quando eu vejo um aluno e descubro que ele aprendeu. Dá vontade de sair gritando. Isso é emocionante, é gratificante. A gente começa a ter um gosto especial, então a gente descobre que parece que nasceu pra ser professora.

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Meu comentário: Particularmente acho este discurso de salário baixo, uma das coisas mais anacrônicas em termos de educação. O que devemos questionar, é se o ensino que estamos proporcionando aos alunos vale mais que o salário recebido, se é que vale alguma coisa. Enquanto não melhorarmos a qualidade atual do ensino, não podemos exigir melhor qualidade de salário.





Estado vai convocar mais 2.082 professores

24 03 2008

(Transcrito de “O DIA”) 

Contratação em abril não cobrirá todo o déficit: faltam 3.315

Andréia Lopes

Rio – Mais 2.082 professores aprovados no último concurso para o estado serão chamados até o início do mês que vem. Eles vão cobrir parte do déficit do magistério que ainda persiste. Ontem, a secretária estadual de Educação, Tereza Porto, revelou na Assembléia Legislativa que na rede ainda faltam 3.315 profissionais para dar aula. As escolas mais afetadas ficam na Baixada Fluminense e no município de São Gonçalo. As disciplinas mais problemáticas são Matemática e Geografia.A última convocação de mestres aconteceu dia 25 de fevereiro. A lei determina que a próxima só pode ocorrer 30 dias após a anterior, ou seja, a partir de terça-feira. Tereza foi sabatinada ontem por professores da União dos Professores Públicos no Estado do Rio (UPPES), do Sindicato dos Profissionais em Educação (Sepe) e deputados da Comissão de Educação da Alerj. Ela garantiu que o governador Sérgio Cabral já aprovou a efetivação de nova leva de docentes. A carência, que chegou a ser estimada em quase 26 mil professores no início do ano letivo, teria diminuído com a convocação dos concursados de 2004 e os de 2007, além da liberação de GLPs (horas extras), segundo a secretária. Beatriz Lugão, coordenadora-geral do Sepe, pretende investigar os novos dados: “As GLPs estão sendo usadas para preencher a carência e não para os casos de licença”.“Não é possível dar aumento se a gente não tem caixa. Não vou prometer o que não posso cumprir”, disse a secretária. Ela contou que até o fim do ano implantará Internet banda larga em todas as 1.591 escolas da rede. E que R$ 15 milhões serão investidos em reforma em bibliotecas públicas.

Comissão aprova piso de R$ 950

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou ontem o projeto de lei que cria piso nacional de R$ 950 para professores da Educação Básica na rede pública. O valor para jornada de 40 horas semanais, conforme O DIA antecipou em julho, ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça, antes de ser votado em plenário. A proposta de autoria do Governo foi enviado à Câmara em 2007. O projeto já foi aprovado nas comissões de Educação e de Trabalho e Serviço Público da Câmara. Nos casos em que o estado ou o município não tiver recursos para pagar o novo piso do magistério, caberá à União complementar. De acordo com parecer do relator da matéria na comissão, deputado Manoel Junior (PSB-PB), o valor seria alcançado gradativamente até 2010. A expectativa do ministro da Educação, Fernando Haddad, é de conseguir a aprovação no Congresso até mês que vem. O relator afirma que na maioria dos estado, a média salarial na rede estadual de Ensino Básico supera o valor do piso. Só em 4 – Alagoas, Espírito Santo, Paraíba e Pernambuco – a média supera em cerca de 20% o piso de R$ 950. Mas não no Rio, onde o piso do professor estadual é de R$ 448,24 por 20 horas semanais. Segundo o relatório, a média salarial na rede municipal é inferior ao piso aprovado na comissão em 11 estados. Professores do município do Rio recebem pisos entre R$ 785,23 a R$ 1.104,08.Colaborou Maria Luisa Barros





ENSINO – A polêmica da educação em casa

24 03 2008

(Transcrito do JORNAL DO BRASIL, 24-03-2008)

Ubiratan Iorio  

A sábia afirmativa de um educador português de que “a escola é hoje um depósito em que os pais abandonam os filhos para ir trabalhar” remete-nos a um caso recente ocorrido em Timóteo, Minas Gerais: um casal está sendo ameaçado de prisão e perda da guarda de seus filhos pelo “crime” de educá-los em sua casa. Cleber e Bernadeth Nunes, preocupados com os padrões educacionais e a má formação moral que seus dois filhos estavam tendo, tiraram-nos da escola pública há dois anos. Os meninos, agora, foram aprovados com notas altas no vestibular para uma faculdade de Direito, mas, como têm 14 e 13 anos, não têm permissão para ingressar em um curso superior. O êxito dos garotos não tocou as autoridades, que ordenaram aos pais que os mandassem de volta ao colégio e pagassem multa de 12 salários mínimos, sob pena de prisão e perda de sua custódia. É o Estado-genitor. Em entrevista, Cleber disse o que qualquer paralelepípedo sabe: que nosso sistema educacional é um fracasso comprovado, com baixas classificações em estudos nacionais e no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, que deu aos alunos brasileiros, em termos de desempenho escolar, a 57ª posição. Mas, apesar do progresso de seus filhos e do fracasso patente do ensino oficial, os tribunais insistem em que eles devem mandá-los de volta à escola pública local. Disse ainda Nunes, referindo-se à reação das autoridades face às aprovações no vestibular de Direito: “eles não ligam e continuam com o processo. Eles afirmam que a lei deve ser obedecida”. De fato, se há um problema de ilegalidade, há também outro, maior, de injustiça! Não seria mais justo mudar a lei? O caso dos Nunes não é único. Outras famílias brasileiras que resolveram educar os filhos em casa também passaram e passam por apertos. Li na internet que Josué Bueno, um ex-pastor batista, para proteger os nove filhos das influências imorais que, a seu ver, contaminam as escolas públicas e tendo conhecido a prática do homeschooling durante sua juventude nos Estados Unidos, decidiu educá-los em sua casa. Mas sua tentativa de garantir aos filhos suas convicções custou-lhe caro: o conselho tutelar intimou-o a submeter-se, com a família, a “tratamento psicológico” estatal e a matricular as crianças em uma escola. Em resposta, mudaram-se todos para o Paraguai, mas podem ser repatriados. O casal de Timóteo está se recusando a enviar seus filhos de volta à escola, enquanto apela da sentença. “Eu lutarei até o fim”, diz Cleber. No entanto, se perder, ele reconhece que, “como último recurso”, a família também deixará o Brasil. É o Estado-babá. O fato é que as escolas, no mundo inteiro, dominadas pelo gramscismo, passaram a ser fonte de sórdida doutrinação ideológica. Ensinam o politicamente correto – que, muitas vezes, é o cientificamente incorreto – e estimulam o preconceito negativo, aquele que assume ares de dogma, inteiramente fechado ao contraditório e à discussão. Ademais, o ensino atual nivela por baixo: se existem alunos com menos capacidade, amolda-se à pouca exigência, criando na prática analfabetos funcionais ou bacharéis de nome. Muitas vezes, os bons alunos são punidos. É o “não às elites”… O homeschooling permite que as crianças aprendam em casa, seja com os pais, se tiverem habilitações acadêmicas e tempo, seja com professores contratados. Na Europa há países que o permitem mediante certas condições, como França e Bélgica, em que existem comunidades (bairros, condomínios e grupos religiosos) que contratam professores particulares para as suas crianças, sendo os pais apenas obrigados a seguir os programas-padrões do ensino oficial. No fim do ano, as crianças fazem um exame nacional de avaliação e periodicamente o Estado promove visitas de inspetores às casas dos alunos. Nos Estados Unidos, em 1999, pelo menos 850 mil estudantes estudaram em casa, número que corresponde a 4% de todos os alunos americanos e que supera o de matrículas em escolas públicas de dez Estados juntos, incluindo Vermont, Montana, o Havaí e o Alaska. A polêmica sobre o homeschooling é interessante e merece atenção. Há prós e contras. Malgrado muitos pais brasileiros não tenham condições de ensinar aos filhos ou de pagar para que outros o façam e a despeito de questões graves como a da insegurança, é justo cercear o seu direito de escolha e violar seus princípios e tradições? Afinal, são seus filhos ou filhos do Estado? Temos ou não o direito de transmitir aos que colocamos no mundo as nossas convicções? Por que a educação oficial (pública e privada) seria “superior” ao homeschooling? Enfim, qual o papel da família?





PERU ‘REPROVA’ 99% DOS PROFESSORES DO ENSINO PÚBLICO

20 03 2008

Mau resultado de docentes em exame de qualificação abre crise no país.

Uma tentativa do governo peruano de melhorar o nível do ensino público nacional acabou criando uma saia justa e uma crise de pessoal sem precedentes na história do país. Nada menos que 99% dos professores de todo o ensino público foram reprovados em um exame nacional de qualificação, levando o Ministério da Educação a continuar empregando educadores que, em tese, não estariam capacitados para a função.

Para evitar centenas de milhares de salas de aula vazias, o ministro da Educação, José Chang, foi forçado a anunciar medidas de emergência para manter os professores em seus empregos.

Mais de 180 mil educadores fizeram a prova, apesar dos boicotes e greves organizados por sindicatos que temiam o corte de postos de trabalho.

Os professores dizem que os problemas na educação do país derivam da falta de recursos públicos e dos baixos salários da profissão de docente.

Mas o ministro da Educação defendeu o rigor em relação à capacitação dos professores, e apontou a necessidade de o país melhorar o padrão nacional de ensino.

O repórter da BBC em Lima Dan Collyns disse que, em meio às discussões, “não se cogita nenhuma força-tarefa para combater o problema na base, há apenas uma reiterada recusa oficial de reduzir os requisitos para os professores”.

Segundo o correspondente, o governo peruano sabe que o baixo nível de educação é um sério obstáculo para o desenvolvimento do país.

“Mas a atual política, positiva ao mostrar as limitações dos professores, não parece oferecer uma saída realista para a crise educacional”, ele disse.

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Meu comentário: 1. Você acha que o professor brasileiro também deve ser avaliado? 2. Na sua opinião, qual seria o resultado se esta prova fosse aplicada aos professores do ensino público aqui no Brasil? 3. Você está satisfeito com o nível de competência de seus professores? Comente..