‘NÃO ME ARREPENDO’, DIZ ALUNA QUE AGREDIU PROFESSORA EM PORTO ALEGRE

25 03 2009

 Do G1, em São Paulo, com informações do ClicRBS

 

Adolescente alega ter sido ofendida e admite ter empurrado a educadora.
‘Se tivesse de fazer de novo, eu faria’, afirma estudante. A  adolescente de 15 anos acusada de agredir, nesta segunda-feira (23), uma professora da rede estadual  em um colégio da zona norte de Porto Alegre disse que não está arrependida do ocorrido. Glaucia Teresinha Souza da Silva, 25 anos, teve traumatismo craniano e precisou ser internada.  A estudante foi levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente Infrator da Capital para dar sua versão do fato. Ela deverá ser autuada por lesão corporal. “Meu primo deixou cair um chá da professora, e ela jogou o resto em cima dele. Quando bateu para o último período, fui falar com a professora, mas ela fechou a porta na minha cara. Chamei ela de ignorante e virei as costas, mas alguns colegas ficaram tumultuando, xingaram ela, botaram o pé na porta dela”, afirma.
A aluna conta que depois a professora foi até a sua sala de aula e a mandou  pegar seu material e ir para a direção. “Eu respondi que não ia, que ela não era minha professora e não podia falar comigo daquela maneira. Que só iria se pedisse com educação ou se a diretora viesse”, diz. Segundo a estudante, a professora disse que isso era “coisa de gente gorda, maloqueira e vileira. “Nunca ninguém falou isso pra mim. Aí eu fui pra cima dela. Peguei ela pelo cabelo, ela caiu. Outros alunos tentaram separar. Sempre fui esquentada, mas nunca tinha agredido ninguém”, disse a aluna. A adolescente admite que já havia se envolvido em outro problema na escola, quando xingou a diretora. “Mas nunca agredi nenhum professor. Foi a primeira vez.” 

Sem arrependimento

Apesar do tramatismo sofrido pela professora, que chegou a desmaiar, a adolescente diz que não está arrependida. “Não me arrependo do que fiz. Se tivesse de fazer de novo, eu faria. A professora não podia ter falado comigo daquele jeito.”
Ela conta que ainda não sabe o que irá acontecer com ela, mas que pretende sair da escola. Segundo ela, o clima na escola é “uma bagunça. Tem professor que não consegue ter pulso firme, então às vezes fica até difícil ter aula. Mas a minha turma é uma das mais calmas”. 

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Meu comentário:

A última frase da aluna – “Mas minha turma é uma das mais calmas” -despertou minha curiosidade.

Se uma aluna das turmas “mais calmas” (sic), causa traumatismo craniano em uma professora – noves fora a conduta da mestra – o que acontece nas outras turmas?

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